Dedico este blog aos poetas, sonhadores, sábios pesquisadores, idealistas, aos que apreciam a arte e a todos que descobiram a inteligência como Dom de Deus e que usam seus talentos e dons para realizar causas nobres em benefício da humanidade.
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1 de março de 2007

A ratoeira



Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!! "
A galinha, disse:
"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e lhe disse:
"- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!"
"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
"- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! "
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos."
(desconheço o autor)




SEIS ERROS A EVITAR


Há 20 séculos, Cícero, estadista e orador romano, classificou assim os seis erros mais terríveis que uma pessoa pode cometer durante a vida:
  1. a ilusão de que se consegue a promoção individual rebaixando os outros.
  2. A Teimosia em preocupar-se com as coisas que não se pode mudar ou corrigir.
  3. A insistência em crer que uma coisa é impossível só porque nós não podemos fazê-la.
  4. Não ser capaz de colocar de parte as preferências mesquinhas.
  5. Descuidar o aperfeiçoamento da mente e não adquirir o hábito da leitura e do estudo.
  6. Querer obrigar os outros a ser e a viver exatamente como nós.
Embora com vinte séculos, estes erros, infelizmente, ainda continuam atuais.


Sugestão para reflexão:


1- O fazendeiro agiu certo quando armou a ratoeira?

2- O rato agiu certo alertando a todos? Por quê?

3- Por que quase todos os animais da parábola morreram?

4- Cite exemplos de ocasiões em que as paessoas costumam negar cooperação.

5- Quando devemos colarorar com as pessoas?

6-Que atitudes devemos tomar quando alguém procede como os animais da parábola?

7- Por que o problema de um é problema de todos?


4 comentários:

Lusófona disse...

Olá amiga! Eu já conhecia esse texto, essa "bela" parábola. As pessoas estão cada vez mais indiferentes com as outras...mas, no fundo todos sabemos que só a união poderá nos ajudar, ninguém é "independente" estamos sempre a precisar uns dos outros....

Adorei os "seis erros a evitar", posso colocar no meu blog?

Beijos

terezinha bordignon disse...

Pode publicar o texto sim, certamente Cícero o escreveu pensando nisso. Evitando esses seis erros muito melhores seremos

AVASSALADOR disse...

muito bom esse texto serve como exemplo para ajudarmos uns aos outros

WALCQUIRIA disse...

ESSE TEXTO É ÓTIMO, POIS SOMOS UM NO TODO, NÃO DEVEMOS PENSA EM NÓS MESMO